Atriz Mariana Santos explica suas crises de pânico e ansiedade: “são pequenas mortes…” relata

(Foto: Reprodução)
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Para muitos sofrer de ansiedade e crises de pânico é algo normal, mas também perturbador. A atriz Mariana Santos, que esta sempre acostumada a divertir o seu público no Zorra Total sofre desse problema que faz parte da vida de milhões de brasileiros.

(Foto: Reprodução)

Aos 42 anos, a atriz resolveu relatar o que sofre e compartilhar com os seus fãs todo problema que suas crises de pânico trazem para o seu dia a dia e  fez um relato publicamente explicando tudo o que sente no dia a dia

“Vou fazer 43, comecei a viver agora depois dos 35. A gente tem que começar a viver, não importa a idade (…) Sofro com isso a vida inteira, trabalho com isso uma vida inteira e consigo, graças a Deus, conviver com isso. Tenho pânico de túnel. Elevador, fiquei sem andar um tempão, marcava médico em andar baixo. Moro em São Paulo, pensa em minha vida como era? Odeio ônibus, estrada… Só sabe quem tem e ninguém é anormal por ter isso. Hoje eu trabalho com a minha ansiedade, se ela vier, deixo ela vir e vou trabalhando com ela, sou muito positiva.”…

A atriz relata que também tem dificuldade em circular em lugares fechados pois começa a ter uma fobia, e com isso tudo fica muito nervosa e aflita, e acaba ocasionando novas crises.

“Quando você chega em qualquer lugar ou quando você tem uma crise de pânico no caminho, é uma sensação de vitória. Quando você passa calma o trajeto, você fala: ‘Nossa, que bom’. Quando você sofre durante o trajeto é horrível porque são pequenas mortes. Quando você sofre muito é a sensação de pequenas perdas que você tem durante essas etapas” continuou dizendo…

(Foto: Reprodução)

Ela começou a fazer terapia aos 7 anos de idade, ainda criança ela procurou ajuda médica para seu problema, e tentou com isso mostrar para seus seguidores o quanto é importante ter um acompanhamento de um profissional, pois essas crises e esse problema de saúde pode ocasionar diversas outras coisas para a pessoa, inclusive a depressão.

“Me boicotei durante muitos anos da minha vida porque é mais fácil ficar quieta em casa. Mas a vontade de trabalhar era grande, então várias vezes chegava, pisava aqui e melhorava, no teatro também. Minha mãe me acompanhava sempre porque não conseguia andar sozinha na rua, então ela ia comigo. Sempre dava desculpa, falava que eu e minha mãe adorávamos andar juntas. Ela ia comigo porque não conseguia dar um passo sozinha.”…