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Pais de Ágatha Félix, menina morta de 8 anos, dão depoimento emocionante

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Vanessa e Adegilson, os pais da menina Ágatha Félix, morta no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, estiveram no Encontro com Fátima Bernardes e falaram pela primeira vez sobre a perda da filha, que tinha oito anos. Os dois deram um depoimento emocionante. confira o relato!“Minha filha, minha pequena, minha perfeita. Naquele dia, juntas como sempre, indo para casa com a minha irmã. Ela no meu colo. (…) Eu tenho que ter forças para falar por ela, porque a justiça divina está sendo feita e está mexendo com a justiça dos homens. Eu tenho que falar por ela, estou aqui por ela”, disse a mãe da menina.“Minha filha era perfeita, desenhava, era estudiosa, obediente. Eu admirava a obediência. (…) A gente se escondia para não acontecer o que aconteceu. A gente se escondia no box do banheiro. A minha princesa. Ela era perfeita. Estou aqui para dizer que ela era perfeita (…)”, acrescentou ela.“Ela era uma menina muito inteligente. Está me confortando isso também, porque ela tinha muito amor. Eu pedia a Deus sabedoria para educar a minha filha nesse mundo muito mau. Eu tentava transbordar o amor que sentia por ela para ela. O pai dela também. Ela vivia sorrindo, queria ajudar as pessoas. (…) Ela era muito do bem. Ela tinha tinta guache, pincéis. Tinha gibis, sentava na cama e lia. Só não consegui realizar um desejo dela, que era comprar a revistinha da Mônica dos adolescentes. Não consegui achar”, continuou Vanessa.“Era uma menina especial. Adorava fazer tudo o que uma menina, uma criança faz. Ela adorava tirar foto, fazer careta. Quem tomava conta dela era a minha mãe porque a gente trabalhava”, relatou Adegilson, o pai.“(…) Meu anjinho foi para o céu, minha perfeita, meu anjo. Estou chorando com outras mães. Quando via outras notícias, eu também chorava. Ela está no céu, eu sei disso. Estou tendo forças. Todo mundo que está transmitindo essa força, essa oração está chegando ao céu”, comentou Vanessa.Na tarde de ontem, Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro, falou pela primeira vez sobre o caso. O governador culpou o crime organizado pela morte da menina, defendeu a política de segurança pública do governo do Rio de Janeiro e responsabilizou os usuários de drogas pela morte de Ágatha. Witzel lamentou a morte e pediu velocidade nas investigações.

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