Caso Mari Ferrer: Justiça determina sentença inédita como “estupro culposo” e advogado humilha a vítima. Vídeo!

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Um dos casos mais polêmicos de estupro que aconteceu no Brasil ocorreu no dia 16 de dezembro de 2018, com a modelo e influencer Mari Ferrer, dentro da boate Café de La Musique, comovendo um país inteiro através de suas denúncias, seu pedido de socorro, relatos, postagens sobre como tudo aconteceu na noite de horror, seus traumas, as falsas amizades que a cercavam para leva-la ao “matadouro” dopada, tudo envolvendo muito dinheiro e pessoas com muito poder aquisitivo.

(Foto: Reprodução)

O principal acusado, o empresário André de Camargo Aranha foi absolvido pela justiça no dia de hoje e segundo nota divulgada pelo seu advogado “O juiz Rudson Marcos, da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, acatou a alegação final do Ministério Público e a tese da defesa para que fosse julgada improcedente a denúncia contra André Aranha”, informou.

Seu nome voltou a ser um dos assuntos mais comentados no twitter nesses meses e a hashtag #JusticaPorMariFerrer voltou a ganhar força depois da sentença final que declarou algo inédito finalizando o veredito final como “estupro culposo”, jogando toda a culpa do ato do estuprador em cima da vítima.

Não só ela se encontra triste com essa derrota na justiça, mas todas as mulheres desse país que um dia denunciaram seus abusadores e sofreram violência estão indignadas, “Como confiar na justiça nesse país que não é cega, mas é paga para não ver?”, disse uma usuária do twitter.

Assista ao vídeo e veja tamanha a humilhação que Mari ainda teve que passar no tribunal

O caso de Mari é algo muito pesado, e contém depoimentos fortes com gatilhos, inclusive seu perfil oficial no instagram foi desativado recentemente por conta desses relatos e ao pedido do estuprador, que ganhou na justiça e conseguiu calar a voz de Mari mais uma vez, agora ela só usa o twitter para se comunicar com seus seguidores no @marianaferrerw .

Internautas, famosos, perfis no instagram e muitas mulheres seguem indignada com o resultado absurdo e inédito na justiça de “estupro culposo”, onde o estuprador não tem a intenção de estuprar.

Ainda segundo Gastão Filho, que é advogado da vítima “inverdades para sustentar a falsa narrativa. (…) Os laudos toxicológicos, na verdade, não apontaram qualquer indício de droga no seu organismo”, explicou.

Fonte: The Intercept Brasil