‘Ele não quer ser meu pai’, revela filho biológico de Cid Moreira

Rodrigo Moreira, filho biológico de Cid Moreira, relatou que, assim como seu irmão adotivo Roger Moreira, ele também foi abandonado pelo pai famoso.

Em entrevista ao programa “Balanço Geral”, Rodrigo contou que nunca recebeu afeto do pai e afirmou que “essa confusão que aconteceu com Roger [também] aconteceu comigo a vida inteira”, em alusão à ausência de Cid em sua vida.

Atualmente morando no interior de São Paulo, o comerciante é fruto do relacionamento entre Cid Moreira e Olga Verônica Radenzev Simões. Segundo ele contou à Record, foi sua mãe quem tomou a iniciativa de deixar o jornalista, e não o contrário.

Cid Moreira: Filho volta a detonar o jornalista: “Não quer ser meu pai”

Na entrevista, Rodrigo disse que uma vez sua mãe lhe contou que, quando ele era criança, o ex-apresentador da Globo teria batido nele — na ocasião, ele estava aprendendo a andar e teria derrubado objetos no chão ao puxar a toalha da mesa.

“Ela me disse que ele me bateu. Ela não suportou isso, é um detalhe que poucas pessoas sabem”, contou.

Após a separação dos dois, Rodrigo tentou se reaproximar do pai aos seis e aos nove anos de idade, mas a relação entre eles nunca foi de proximidade.

Em 2006, o comerciante chegou a abrir um processo contra Cid por abandono afetivo e pediu R$ 1 milhão na justiça, mas acabou perdendo. “Ele não quer ser meu pai. Eu perdi o processo e deixei quieto, não quis mais mexer nessa ferida”, disse, ressaltando que o comunicador pagou pensão alimentícia até ele atingir os 18 anos.

Filhos de Cid Moreira afirmam que foram abandonados pelo pai - Fotos - R7  Balanço Geral

“Esse assunto me machuca demais, é parte da minha vida que eu gostaria de enterrar, mas não tem como. Sequelas ficaram disso e vão ficar pra sempre, eu amenizo e tento esquecer. Mas relembrando tudo isso eu não me sinto bem. Me machuca, não entendo que raiva ele tem de mim. Nunca fiz nada pra ele”, desabafou.

Por fim, Rodrigo Moreira disse sentir vontade do afeto paterno e que gostaria do “impossível”, que é se sentir amado pelo próprio pai e conhecer os gostos do comunicador.

“Gostaria do impossível, que seria ele me abraçar, sair comigo, e eu saber um pouco dos gostos dele, o que ele gosta de comer. Uma convivência de pai pra filho, mas isso é impossível”, contou.

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